https://revistaabehache.com/ojs/index.php/abehache/issue/feed Revista abehache 2020-03-25T11:18:54-03:00 Associação Brasileira de Hispanistas revista.abh@gmail.com Open Journal Systems <div class="l-main"> <div class="l-submain"> <div class="l-submain-h g-html i-cf"> <div class="g-cols offset_default"> <div class="full-width"> <div id="tabsTemp" class="w-tabs"> <div class="w-tabs-section active"> <div class="w-tabs-section-content"> <div class="w-tabs-section-content-h"> <div class="g-cols offset_default"> <div class="full-width animate_fade d3 animate_start"> <div class="wpb_text_column "> <div class="wpb_wrapper"> <div class="gmail_default"> <p>A Revista abehache busca oferecer um espaço de debate que atualize permanentemente a reflexão sobre as manifestações linguísticas, literárias, artísticas, políticas, históricas e sociais do universo cultural hispânico. Um espaço que assuma, especialmente, a complexidade que esse campo do conhecimento comporta, não somente pela heterogeneidade inerente ao seu objeto de estudo, mas, sobretudo, pela peculiar perspectiva de análise que pressupõe pensar o hispanismo no Brasil. Tal pensamento não precisa limitar-se à constatação do que já se conhece, pode ser também uma instância de reinvenção e de intervenção, se levarmos em conta o lugar a partir do qual o conhecimento é construído. Em outras palavras, considerando a peculiar posição que o Brasil ocupa com relação à Espanha e à América Latina, a abehache pode fazer do hispanismo um espaço dinâmico de ressignificação cultural, instaurando novos olhares sobre esse campo do conhecimento e estimulando o diálogo com perspectivas exteriores à revista. Nesse sentido, ela está aberta à recepção de trabalhos relevantes realizados no Brasil e no exterior.</p> </div> </div> </div> </div> </div> </div> </div> </div> </div> </div> </div> </div> </div> </div> https://revistaabehache.com/ojs/index.php/abehache/article/view/295 Apresentação 2020-03-18T21:50:29-03:00 Comissão Editorial revista.abh@gmail.com 2019-12-18T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2019 Comissão Editorial https://revistaabehache.com/ojs/index.php/abehache/article/view/276 Políticas linguísticas em prol da integração regional acadêmica latino-americana 2020-03-18T21:50:29-03:00 Sabine Gorovitz sabinegz@gmail.com Angela Erazo Munoz angela.erazom@gmail.com Paula Clarice Santos Grazziotin de Jesus paula.jesus@ifsc.edu.br <p>A internacionalização das universidades latino-americanas vem reforçando a assimetria que<br>contribui para a manutenção de uma ciência monolíngue, atualmente anglófona, quando poderia<br>oportunizar a consolidação de um espaço acadêmico regional comum. Essa construção se dá a partir<br>do reconhecimento de um espaço geográfico e econômico comum, mas sobretudo de um espaço social<br>alicerçado em saberes científicos. Analisaremos questões específicas, como a implementação de<br>políticas linguísticas capazes de abrir espaço às línguas de veiculação do conhecimento global sem<br>prejuízo dos idiomas locais. A cooperação entre os países da América Latina poderia consolidar um<br>multilinguismo voltado ao desenvolvimento e à valorização das relações culturais e linguísticas entre<br>seus países, cumprindo sua missão decolonial. Abordaremos algumas iniciativas para a cooperação<br>que favorecem a circulação do conhecimento científico e tecnológico, tais como o Mercosul<br>Educacional e a implementação da Universidade da Integração Latino-americana (UNILA), que<br>indicam o potencial da educação plurilíngue, baseada na intercompreensão.</p> 2019-12-18T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2019 Sabine Gorovitz, Angela Erazo Munoz, Paula Clarice Santos Grazziotin de Jesus https://revistaabehache.com/ojs/index.php/abehache/article/view/282 El guaraní en la educación superior a la luz de las tesinas de grado de la licenciatura en lengua guaraní 2020-03-25T11:08:02-03:00 Hedy Penner hedy.penner.hp@gmail.com <p>Após quase três décadas de declarar o guarani como língua co-oficial, juntamente com o espanhol, como o guarani se posiciona no campo acadêmico, no ensino superior e na transmissão de conhecimento? É a questão que tento abordar neste trabalho analisando o uso do guarani e / ou espanhol na tese de um curso que forma professores de guarani, o diploma em língua guarani oferecido pela Universidade Nacional de Assunção. Um corpus de 132 dissertações, apresentado entre 2002 e 2018, revela as dificuldades de normalizar o uso do guarani nessa área. Como uma língua acadêmica não foi desenvolvida, são utilizados neologismos ad hoc, compreensíveis apenas com a tradução para o espanhol, que revela que a língua oficial de fato continua a ser essencial.</p> 2019-12-18T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2019 Hedy Penner https://revistaabehache.com/ojs/index.php/abehache/article/view/290 Por una perspectiva glotopolítica y por posiciones críticas en el campo de los estudios del lenguaje: Entrevista a José del Valle (CUNY) 2020-03-25T11:16:28-03:00 Ana Cecilia Arias Olmos anaolmos@usp.br María Teresa Celada maitecelada@usp.br <p>Em algumas entrevistas, você apontou que sua reflexão faz parte do campo disciplinar da linguística crítica e da perspectiva da gula. Você poderia comentar sobre como esses conhecimentos, perspectivas e metodologias dialogam com outros campos de estudos da linguagem, como literatura ou a tradução?</p> 2019-12-18T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2019 Ana Cecilia Arias Olmos, María Teresa Celada https://revistaabehache.com/ojs/index.php/abehache/article/view/296 Caminos de la indagación glotopolítica: preguntas, objetos, avances: Entrevista a Elvira Arnoux (UBA) 2020-03-25T11:17:10-03:00 Ana Cecilia Arias Olmos anaolmos@usp.br María Teresa Celada maitecelada@usp.br <p>Na última década, acompanhando os circuitos financeiro, social e cultural do mundo globalizado, o inglês foi projetado com reivindicações de hegemonia nas instâncias de produção, transmissão e legitimação do conhecimento. O trabalho nas universidades, em particular, é pressionado por políticas institucionais que tendem a neutralizar a diversidade de idiomas. Do seu ponto de vista, quais devem ser os princípios e<br>diretrizes para orientar uma política de linguagem no campo da ciência e ensino superior no espaço sul-americano?</p> 2019-12-18T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2019 Ana Cecilia Arias Olmos, María Teresa Celada https://revistaabehache.com/ojs/index.php/abehache/article/view/294 O ensino de espanhol na rede federal de educação profissional, científica e tecnológica e a nova lei do ensino médio: qual o lugar dessa língua nas escolas ? 2020-03-18T21:50:31-03:00 Jorge Rodrigues Souza Junior jorgersouzajunior@gmail.com <p>Discutiremos os efeitos de sentidos decorrentes da promulgação da nova Lei do Ensino Médio e dos possíveis efeitos dessa lei para o ensino de espanhol na rede federal de educação, a partir de um contexto específico: a oferta dessa língua no Campus São Paulo do IFSP. Tal instituição tem realizado a revisão dos Projetos Pedagógicos de Curso das carreiras desse nível, o que tem gerado reflexões sobre o papel das línguas estrangeiras nesses cursos. Evidentemente, tal lei contribuiu para discursos de relativização do ensino de espanhol, ao estabelecer o inglês como única língua estrangeira ensinada obrigatoriamente no Ensino Médio. Por fim, analisaremos produções discursivas de alunos iniciantes na língua espanhola, realizadas a partir do mote ¿Por qué aprender español? , como diagnóstico dos sentidos discursivos presentes nas práticas de ensino de língua espanhola nesse contexto. Nosso trabalho se pautará pelo viés teórico da Análise do Discurso materialista e o da Glotopolítica.</p> 2019-12-18T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2019 Jorge Rodrigues Souza Junior https://revistaabehache.com/ojs/index.php/abehache/article/view/297 Associação de Professores de Espanhol do Estado da Paraíba (APEEPB) como agente de Política Linguística e a sua relação com a Lei Estadual 11.191/2018 2020-03-18T21:50:32-03:00 Lucas da Silva Paulino lucaspaulinno@outlook.com <p>O presente artigo pretende discorrer sobre as ações da Associação de Professores de Espanhol do Estado da Paraíba nos últimos três anos, a partir da revogação da Lei do espanhol 11.161/2005, e sobre o seu papel em prol da manutenção, expansão e consolidação da oferta do ensino da Língua Espanhola nas escolas estaduais da Paraíba, bem como em diversos municípios de seu interior. Entre as principais ações dessa organização, destaca-se sua atuação durante o processo de tramitação e aprovação da Lei Estadual 11.191/2018, conhecida como a Lei do Espanhol da Paraíba, a primeira lei, pós reforma do ensino médio, Lei 13.415/2017, a ser sancionada no Brasil, que dispõe sobre a reinserção de forma obrigatória da oferta desse idioma nos currículos do ensino médio de um sistema de ensino, o da Rede estadual de educação da Paraíba.</p> 2019-12-18T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2019 Lucas da Silva Paulino https://revistaabehache.com/ojs/index.php/abehache/article/view/298 Poéticas gauchescas, políticas gauchas en el siglo XXI 2020-03-25T11:17:57-03:00 María Alejandra Minelli mariaminelli@yahoo.com.ar Branco Ruiz ruizbranco@gmail.com <p>No século XXI, na literatura argentina surgem textos que atualizam a dimensão política do gênero gauchesco e dialogam de maneira enfática com seus tons, lógica e motivos: Pablo Katchadjian em El Martín Fierro ordenado alfabéticamente (2007), Oscar Fariña em El guachoMartín Fierro (2011) e Gabriela Cabezón Cámara em La China Iron (2017). Esse trabalho propõe-se explorar as poéticas que, no XXI, reciclam o gênero gauchesco e retornam a seu repertório de elementos simbólicos ou conceptuais e a seus motivos: a fala popular, o “culto à coragem” e a relação do privado com o público e da cultura popular com a letrada. As operações que esses textos efetuam com o gênero gauchesco permitirão examinar variações poéticas que intensificam devires menores (Deleuze e Guattari) nas suas escritas, para reativar as lutas pelo poder interpretativo no campo das relações literatura/estado/gênero.</p> 2020-03-18T21:29:47-03:00 Copyright (c) 2019 María Alejandra Minelli, Branco Ruiz https://revistaabehache.com/ojs/index.php/abehache/article/view/299 Escritura y errancia en Cómo viajar sin ver (Latinoamérica en tránsito), de Andrés Neuman 2020-03-25T11:18:54-03:00 Ana Cecilia Arias Olmos anaolmos@usp.br <p>A ideia de uma palavra literária móvel não é uma novidade, sabemos que a arte moderna oferece inúmeras obras derivadas de diferentes formas de deslocamento. Não obstante, como sugere Nicolas Baurrioud ( Radicante, 2009), a figura da errância parece emergir na cena contemporânea não apenas como registro de uma experiência nômade do mundo, mas também como experimentação no domínio das formas artísticas. A partir da leitura do livro Cómo viajar sin ver (Latinoamérica en tránsito) de Andrés Neuman, publicado em 2010, esse ensaio propõe pensar os modos em que o deslocamento entre discursos e territórios se inscreve na produção literária atual, desestabilizando as estruturas de pertencimento nas quais a modernidade literária se assentava.</p> 2019-12-18T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2019 Ana Cecilia Arias Olmos https://revistaabehache.com/ojs/index.php/abehache/article/view/300 Canudos – Tomochic: Escritas de Sublevação e Resistência na América Latina 2020-03-18T21:50:34-03:00 Juan Ignacio Azpeitia inaciodabahia@yahoo.com.br <p>Este artigo apresenta uma revisão da produção literária e historiográfica que se refere a dois episódios marcantes do final do século XIX na América Latina. Dois massacres que foram perpetrados impunemente contra populações que somente desejavam viver na forma em que tinham vivido antes da chegada do invasor europeu e seu projeto modernizador. O arraial de Belo Monte ou “Canudos” como ficou conhecido na literatura, povoado do sertão brasileiro, foi exterminado até o último homem em nome do “progresso”. Em forma análoga Tomochic, aldeia ainda menor na Serra Tarahumara, no Norte do México sofreu idêntico destino. Procuro salientar os pontos de coincidências de modo a ressaltar a simultaneidade dos processos vividos em diferentes partes da América Latina e como sua identidade comum foi se constituindo.</p> 2020-03-18T21:49:56-03:00 Copyright (c) 2019 Juan Ignacio Azpeitia