Escritura y errancia en Cómo viajar sin ver (Latinoamérica en tránsito), de Andrés Neuman

  • Ana Cecilia Arias Olmos Universidade de São Paulo

Resumo

A ideia de uma palavra literária móvel não é uma novidade, sabemos que a arte moderna oferece inúmeras obras derivadas de diferentes formas de deslocamento. Não obstante, como sugere Nicolas Baurrioud ( Radicante, 2009), a figura da errância parece emergir na cena contemporânea não apenas como registro de uma experiência nômade do mundo, mas também como experimentação no domínio das formas artísticas. A partir da leitura do livro Cómo viajar sin ver (Latinoamérica en tránsito) de Andrés Neuman, publicado em 2010, esse ensaio propõe pensar os modos em que o deslocamento entre discursos e territórios se inscreve na produção literária atual, desestabilizando as estruturas de pertencimento nas quais a modernidade literária se assentava.

Publicado
2019-12-18
Como Citar
Arias Olmos, A. C. (2019). Escritura y errancia en Cómo viajar sin ver (Latinoamérica en tránsito), de Andrés Neuman. Revista Abehache, (16), 134-145. Recuperado de https://revistaabehache.com/ojs/index.php/abehache/article/view/299