Por uma educação linguística decolonial do português a migrantes em fluxo transnacional forçado no Brasil

Autores

  • Tiago Alves Nunes Universidade Federal da Bahia

Palavras-chave:

Educação linguística, Decolonialidade, Refúgio

Resumo

O fenômeno da migração, sobretudo a forçada, não é algo novo no contexto contemporâneo. No entanto, nos últimos anos, notadamente a partir do advento da Primavera Árabe e a intensificação dos processos da migração venezuelana na América Latina, esse tema tem voltado a ser discutido segundo várias perspectivas. Assim, desde o ponto de vista da Linguística Aplicada, este texto objetiva tratar, em primeiro lugar, do entendimento das problemáticas da migração, em especial a forçada, como é o caso dos refugiados, entendidas como um fenômeno visto a partir da (de)colonialidade e, em segundo lugar, esclarecer a importância de uma educação linguística (FERRAZ, 2018), no que diz respeito ao ensino de português a migrantes que se encontram em fluxo forçado, consoante uma perspectiva outra, qual seja, a decolonialidade (ARGÜELLO PARRA, 2015a, 2015b; BAPTISTA, 2019; BAPTISTA, LÓPEZ GOPAR, 2019).

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Biografia do Autor

Tiago Alves Nunes, Universidade Federal da Bahia

Doutorando em Letras pelo Programa de Pós-graduação em Língua e Cultura (PPGLinC) da Universidade Federal da Bahia (UFBA).

Publicado

24-11-2021

Como Citar

Alves Nunes, T. (2021). Por uma educação linguística decolonial do português a migrantes em fluxo transnacional forçado no Brasil. Revista Abehache, (19), 28–44. Recuperado de https://revistaabehache.com/ojs/index.php/abehache/article/view/375